Vereadores de Iraí entregam ofício à Aegea/Corsan e cobram soluções para água barrenta, falta de água e não mais atendimento presencial no município

Na manhã desta segunda-feira 13, o presidente da Câmara, Paulo Martis; o vice-presidente, Miguel Strozak, Jacson Volpin e Jadir Jacinto, estiveram em Porto Alegre para tratar de demandas relacionadas ao abastecimento de água no município. A comitiva esteve na sede da AEGEA Saneamento, responsável pela operação do sistema de abastecimento por meio da Corsan. Na ocasião, a empresa recebeu formalmente apenas o presidente da Câmara Paulo Martins, que realizou a entrega do ofício, ressaltando que o documento e as cobranças apresentadas representam a manifestação e a posição conjunta dos parlamentares.

No ofício protocolado, os parlamentares relataram as inúmeras reclamações registradas pela população quanto à qualidade da água distribuída nas residências, que de forma recorrente tem apresentado coloração barrenta, aspecto turvo e presença visível de impurezas. Conforme destacado, mesmo sendo destinada ao consumo humano e cobrada como água tratada, a água tem chegado às torneiras em condições que geram insegurança, especialmente quanto à saúde de crianças, idosos e pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Os vereadores também apontaram que os episódios se intensificam, sobretudo, após interrupções no abastecimento, o que pode indicar falhas nos procedimentos de operação, filtragem, decantação ou limpeza da rede de distribuição. Outro ponto de forte preocupação diz respeito à ausência de atendimento presencial regular na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Iraí, situação que tem causado indignação na comunidade pela falta de orientação técnica imediata quando ocorrem problemas.

Durante a reunião, o presidente da Câmara expôs detalhadamente as demandas encaminhadas pelos demais vereadores, cobrando esclarecimentos técnicos sobre as causas da recorrente distribuição de água barrenta, informações sobre as medidas corretivas adotadas, explicações quanto à rotina de manutenção e monitoramento da qualidade da água, além da definição de prazo objetivo para a normalização definitiva do serviço. Também foi solicitada a adoção de providências imediatas para garantir a presença de funcionário responsável, em horário regular, para atendimento à população no município.

Os parlamentares reforçaram que o acesso à água potável de qualidade é um direito básico da população e que a prestação inadequada de um serviço essencial pode ensejar a adoção de medidas administrativas e legais junto aos órgãos de fiscalização e controle.

Martins informou que seguirá acompanhando o caso e aguardará resposta formal da concessionária, mantendo-se à disposição para o diálogo institucional, sempre em defesa do interesse público e da saúde coletiva.

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Fernando Sucolotti
Ascom/Câmara